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Blog São Savas, Arcebispo da Sérvia


São Savas, Primeiro Arcebispo da Sérvia, nomeado Rastko quando nasceu, foi filho do rei sérvio Estevão Nêmania e de Anna, filha do imperador bizantino Romano

São Savas, Arcebispo da Sérvia

São Savas, Arcebispo da Sérvia

Hinografia

Tropário – Tom 3

Foste um guia do Modo de Vida, um primeiro Hierarca e um professor;
fizeste ascender e iluminar o teu país de origem, ó Savas,
e concedeu-lhe o renascimento pelo Espírito Santo.
Plantaste teus filhos como oliveiras no paraíso espiritual.
Ó igual aos apóstolos e santos, ora a Cristo, nosso Deus que nos conceda a Sua grande misericórdia.

Kondákio – Tom 8

Como o primeiro grande hierarca e obreiro com os Apóstolos,
a Igreja do teu povo o magnifica;
e uma vez que encontraste a graça diante de Cristo,
por tuas orações salve-nos de toda calamidade,
para que possamos proclamar a ti: Alegra-te, sábio de Deus, Padre Savas.

Tropário – Tom 8

Ó guia da Ortodoxia e abençoado professor de virtudes,
purificador e iluminador da pátria,
beleza do monasticismo,
Sapientíssimo Pai, Santo Savas,
pelo teu ensinamento tu iluminaste o teu povo,
ó flauta do Espírito, ora a Cristo Deus por nossas almas.




São Savas, Primeiro Arcebispo da Sérvia, nomeado Rastko quando nasceu, foi filho do rei sérvio Estevão Nêmania e de Anna, filha do imperador bizantino Romano. Desde a tenra idade comparecia aos serviços litúrgicos e cultivava uma admiração pelos ícones.

Aos dezessete anos, Rastko conheceu um monge do Monte Athos, abandonou a casa paterna em segredo e entrou para o mosteiro de São Pantaleão. (Pela Providência Divina em 1169, ano em que o santo nasceu, o antigo mosteiro erigido ao Grande Mártir e provedor de curas São Pantaleão foi entregue a monges russos.)

Sabendo que seu filho estava no Monte Athos, seu pai mobilizou seus servos chefiados por um fidelíssimo comandante e escreveu ao governador do distrito que incluía o Monte Athos, afirmando que, caso seu filho não retornasse a ele, promoveria uma guerra contra os gregos. Quando chegaram ao mosteiro, o comandante foi ordenado a vigiar atentamente Rastko. Durante os serviços noturnos, quando os soldados adormeceram por causa do vinho, Rastko recebeu a tonsura monástica (em 1186) e enviou aos seus parentes suas roupas mundanas, seus cabelos e uma carta. São Savas tentou persuadir seus parentes a aceitarem o monasticismo. Seu pai, Estevão Nêmania, posteriormente também fez os votos monásticos e recebeu o nome de Simeão (cuja memória é celebrada no dia 13 de fevereiro do calendário juliano). Pai e filho estabeleceram o ascetismo no mosteiro de Vatopedi. No Monte Athos, criaram o mosteiro sérvio Hilandar, o qual recebeu este nome por concessão imperial. Foi neste mosteiro que São Savas recebeu o diaconato e depois tornou-se presbítero. Sua mãe Anna tornou-se monja com o nome de Anastácia (cuja memória é celebrada no dia 21 de junho do calendário juliano).

Por causa de sua vida santa e de suas ações virtuosas no Monte Athos, São Savas recebeu o título de arquimandrita em Tessalônica. Em Niceia, durante a festa da Dormição da Santíssima Mãe de Deus, o Patriarca Ecumênico Germano consagrou o arquimandrita Savas como arcebispo da Sérvia. O santo solicitou ao imperador bizantino que concedesse permissão aos bispos sérvios para elegerem o seu próprio arcebispo no futuro. Foi uma consideração muito importante em uma época de frequentes guerras entre as potências ocidentais e orientais.

Tendo retornado à Montanha Sagrada de Niceia, o santo visitou todos os mosteiros pela última vez. Fez prostrações em todas as igrejas e, chamando a atenção para as vidas abençoadas dos Padres do deserto, fez suas despedidas aos ascetas com profundo remorso, “deixando a Montanha Sagrada, como se partisse do Paraíso”.

Entristecido devido a sua separação da Montanha Sagrada, o santo permaneceu quase sem se movimentar ao longo do caminho. A Santíssima Theotokos falou-lhe em um sonho: “Tendo a minha proteção, por que você permanece triste?” Estas palavras despertaram-no do desânimo e transformaram sua tristeza em alegria. Em memória desta aparição, o santo encomendou grandes ícones do Salvador e da Mãe de Deus em Tessalônica e depositou-os em uma igreja.

Na Sérvia, a atividade do hierarca na organização dos trabalhos de sua Igreja nativa foi acompanhada por numerosos sinais e milagres. Durante a liturgia e toda a noite de vigília, quando o santo ia incensar o túmulo de seu pai, o monge Simeão, as relíquias sagradas exalavam mirra perfumada.

Quando esteve no comando das negociações com o rei húngaro Vladislav, que declarou guerra à Sérvia, o santo bispo não apenas trouxe a paz desejada para seu país, como também trouxe o monarca húngaro à Ortodoxia. Assim, São Savas facilitou o início da existência histórica da Igreja sérvia autônoma e também contribuiu para o fortalecimento do Estado sérvio. A fim de assegurar a independência do Estado sérvio, o arcebispo Savas coroou o seu poderoso irmão Estevão como rei. Após a morte de Estevão, seu filho mais velho Radislav foi coroado rei e São Savas partiu rumo à Terra Santa “para a adoração ao santo sepulcro de Cristo e do temível Gólgota”.

Quando retornou a sua terra natal, o santo abençoou e coroou Vladislav como rei. Para fortalecer ainda mais o trono sérvio, este rei desposara a filha do príncipe búlgaro Asan. O santo hierarca visitou igrejas em toda a Sérvia, reformou regras monásticas de acordo com o modelo do Monte Athos e da Palestina, estabeleceu e consagrou muitas igrejas, fortalecendo os ortodoxos em sua fé. Ao término de seu trabalho em sua terra natal, o santo nomeou o hieromonge Arsênio como seu sucessor, consagrando-o bispo e concedendo sua bênção a todos.

Então, ele partiu rumo a uma viagem sem volta, desejando “terminar seus dias como um andarilho em uma terra estrangeira”. Ele passou pela Palestina, Síria e Pérsia, Babilônia, Egito e Anatólia, visitando os lugares santos, conversando com grandes ascetas e recolhendo as relíquias sagradas de santos. O santo concluiu suas andanças em Trnovo, na Bulgária, na casa de seu parente Asan, onde com alegria espiritual entregou a alma ao Senhor (+ 1237).

No momento em que as sagradas relíquias de São Savas foram transferidas à Sérvia em 1237, os búlgaros começaram a queixar-se de Asan devido a muitas curas que deixariam de obter “porque ele tinha desistido de tão importante tesouro”. No próprio país do santo, suas veneráveis relíquias foram colocadas na Igreja de Mileshevo, concedendo a cura a todos os que se aproximavam com fé. Os habitantes de Trnovo continuaram a receber a cura pelos restos do caixão do santo, os quais foram reunidos e colocados em um sarcófago construído por ordem de Asan.

O legado de São Savas reside nas tradições da Igreja Ortodoxa das nações eslavas. Ele é associado à introdução do Typicon de Jerusalém como base para regras monásticas eslavas. O mosteiro sérvio Hilandar no Monte Athos pratica as regras do Typikon de São Savas até hoje.

Vida


Savas nasceu como príncipe Rastko Nemanjic, filho de Estevão Nêmania, governante sérvio e fundador do Estado sérvio medieval. Seu irmão, Estevão Prvoven?ani, foi o primeiro rei sérvio. Rastko Nemanjic nasceu em 1175 ou 1176.

No início dos anos de 1190, o jovem Rastko deixou a casa paterna para fazer parte da comunidade monástica ortodoxa no Monte Athos. Ao assumir os votos monásticos, foi-lhe dado o nome de Savas (forma sérvia de Sabbas) em honra de São Sabbas. Inicialmente, adentrou a um mosteiro russo, mas, em seguida, mudou-se para o mosteiro grego de Vatopedi. No final de 1197, seu pai, o grande príncipe Estevão Nêmania, juntou-se a ele. Em 1198, juntos eles se mudaram para o mosteiro abandonado Hilandar e o restauraram, o qual tornou-se naquela época o centro da vida monástica cristã ortodoxa sérvia. O pai de São Savas assumiu os votos monásticos sob o nome de Simeão. Ele morreu no Mosteiro Hilandar em 13 de fevereiro de 1200 e foi canonizado como São Simeão.

Após a morte de seu pai, Savas retirou-se para uma cela ascética em Kareia, que ele próprio construiu em 1199. Ele também escreveu os Typika de Kareia e Hilandar. O último Typikon de Kareia está inscrito na placa de mármore na cela ascética. Ele permaneceu no Monte Athos até o final de 1207.

Quando Savas retornou a sua terra natal em 1207, infelizmente encontrou o país como Simeão lhe informara em um sonho – em desordem total. O Estado sérvio fora dividido em dois. Por negociações secretas com a Hungria e o Papa Inocêncio III, Vukan, o mais velho dos três irmãos, que estava amargurado por causa da nomeação de seu irmão mais novo, Estevão, como herdeiro do trono, foi capaz de acumular tropas e tomar Zeta; em seguida, empreendeu uma campanha contra Raška, a parte do reino dividido que cabia a Estevão. Esta guerra civil foi apenas um microcosmo de um conflito maior instigado pelo Ocidente, isto é, as hostilidades iniciadas pelas grandes cruzadas da Igreja Romana. Em 1204, os soldados da Quarta Cruzada tomaram Constantinopla e grande parte do território de Bizâncio, incluindo a Montanha Sagrada. Em 1205, a Montanha Sagrada foi oficialmente submetida à autoridade e jurisdição de um bispo católico romano. Acredita-se que este acontecimento foi o fator que mais influenciou a decisão de Savas de retornar à Sérvia. Assim, o santo retornou ao lar para executar a obra que lhe fora destinada.

Ao retornar, Savas trouxe consigo o remédio para curar toda a situação: as relíquias de seu pai, o Grande Župan e santo, Estevão Nêmania – Simeão, aquele que emana mirra e cofundador do mosteiro de Hilandar. Ao entrar no mosteiro de Studenica, fundado por São Simeão, Savas convidou seus dois irmãos a participarem de um serviço memorial adequado e justo para seu pai. Quando o caixão foi aberto, o corpo de seu pai emanava um aroma doce, exalando um óleo perfumado e mirra, estava quente e incandescente, com aparência lívida, como se estivesse apenas adormecido. Este ato de veneração de seu pai foi o primeiro passo na cura do cisma fraterno entre Vukan e o Grão Príncipe Estevão. Pouco tempo depois, a guerra civil cessou e um acordo de paz foi estabelecido, o reino da Sérvia foi novamente restaurado sob o reinado do grande governante Estevão Nêmania. Em discussões com seus irmãos reunidos, Savas também elaborou planos para um programa missionário imediato, sistemático e de longo alcance para salvar as almas ortodoxas do povo sérvio. O mosteiro de Studenica, com as relíquias de São Simeão, tornou-se um santuário nacional, foi escolhido como um centro de difusão para todas as atividades. Savas foi nomeado arquimandrita de Studenica e redigiu o Typikon do mosteiro, que reforçou a vida monástica de Studenica.

Arcebispado

São Savas conseguiu convencer o Patriarca de Constantinopla, o qual residia em Niceia desde que Constantinopla caíra sob o domínio latino-romano até 1261, para estabelecer a independência da Igreja Sérvia no ano de 1219. A pedido do Patriarca Manuel, Savas foi selecionado para ser elevado ao arcebispado. Primeiramente, Savas recusou com veemência esta oferta, alegando que ele era verdadeiramente indigno de tal posição e vocação. Ele apontou vários dos monges de Hilandar que estavam presentes como potenciais candidatos ao cargo. No final, Savas aceitou e foi consagrado em Niceia, durante a festa de São Nicolau, em 6 de dezembro de 1219, tornando-se o primeiro arcebispo da Igreja Ortodoxa da Sérvia recentemente autocéfala. Ele tinha 44 anos na época.

A seguir estão as palavras exatas do texto em grego do decreto do Patriarca Manuel, elevando Savas ao arcebispado, concedendo assim autocefalia à Igreja sérvia:

Eu, Manuel, Patriarca Ecumênico e Arcebispo da Cidade de Constantinopla, Nova Roma, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, consagrei Savas, arcebispo de todas as terras sérvias, e concedi a ele em nome de Deus a autoridade para consagrar bispos, sacerdotes e diáconos dentro de seu país; para ligar e desligar os pecados dos homens, ensinar tudo e batizar em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Portanto, todos vocês, cristãos ortodoxos, devem obedecer-lhe como obedeceram a mim.

Após sua consagração, Savas retornou à Montanha Sagrada, a fim de despedir-se de Hilandar e receber a bênção e as orações de toda a comunidade monástica da Montanha Sagrada.
O recém-consagrado arcebispo Savas, em seguida, viajou de barco a Tessalônica, onde permaneceu por algum tempo no mosteiro de Philokalos. Neste local, juntamente com alguns outros, fez uma tradução do grego para o eslavônico do livro de leis eclesiásticas bizantinas O leme ou Nomocano de São Fócio, o Grande (século IX). Chamado Kormchaja Knjiga (“Livro do Piloto”) em eslavônico, esta tradução continha não apenas os cânones eclesiásticos – incluindo os decretos dogmáticos dos sete Concílios Ecumênicos – com comentários dos melhores canonistas gregos medievais, mas também inúmeros preceitos dos Padres da Igreja e vários éditos imperiais do grande imperador bizantino Justiniano (século VI).

Quando chegou à Sérvia, Savas decidiu que no primeiro dia de seu arcebispado em Ži?a, que coincidia com a Festa da Ascensão, em 1220, na condição de recém-consagrado arcebispo da Sérvia, ele coroaria seu irmão Estevão como o primeiro rei sérvio. Em 1228, ele coroou seu sobrinho Radoslav como rei.

Então, o venerável Savas decidiu visitar Jerusalém e a Terra Santa. Assim, em 1229, após dez anos de trabalho árduo, dedicado e fecundo na vinha do Senhor em sua terra natal, Savas decidiu renovar o seu próprio espírito, fazendo uma peregrinação para o berço do próprio cristianismo, Jerusalém, o primeiro lugar onde o Senhor trouxe a salvação para o mundo. Quando era hora de Savas deixar a Terra Santa e partir rumo à Sérvia, ele decidiu ir pelo caminho de Niceia. Lá, encontrou-se com João, o novo imperador de Bizâncio (1222-1254), agora residente em Niceia, que sucedeu a Teodoro Láscaris. Ele também conheceu Germano, o novo patriarca que sucedeu ao falecido patriarca Manuel.

Na Sérvia, uma nova guerra civil eclodiu entre Radoslav e seu irmão Vladislav. Infelizmente para Radislav, suas proezas militares foram ofuscadas em uma guerra civil fratricida contra o seu irmão mais novo Vladislav, durante o verão de 1233. Ele foi derrotado e exilado para Durazzo, Albânia. Savas não obteve êxito em conciliar estes irmãos infiéis ao apelo do avô, São Simeão, em prol da unidade. No entanto, ele sabia que era melhor para o país ser governado por Vladislav. Vários anos mais tarde, como resultado de suas negociações com o rei Vladislav, Savas conseguiu obter salvo-conduto para Radislav, que foi autorizado a regressar à Sérvia. Infelizmente, novamente para Radislav, sua esposa fugira com um duque francês durante seu exílio na Albânia. Radislav então decidiu se tornar um monge e Savas o tonsurou, dando-lhe o nome de Jovan (João).

Retiro

Savas abdicou do arcebispado em 1233 e nomeou seu discípulo mais apto, Santo Arsênio, como arcebispo da Sérvia (1233-1263). Na primavera de 1234, o arcebispo Savas, aos 59 anos, apenas cinco anos após sua primeira viagem à Terra Santa, decidiu fazer uma segunda peregrinação a Jerusalém. Após a chegada em Jerusalém, Savas apresentou-se no mosteiro de São Jorge em Akre, que ele comprara dos católicos romanos durante sua primeira peregrinação. Savas visitou o Patriarca de Jerusalém Atanásio e depois foi de barco a Alexandria, no Egito, para se encontrar com o Papa Nicolau, “Patriarca de Alexandria e de toda a África”.

Em seguida, ele partiu rumo ao Mosteiro de Santa Catarina, no Monte Sinai, onde passou a Grande Quaresma de 1234. Esta foi uma jornada pascal mais abençoada para Savas, pois ele escalou as alturas em que Moisés, o grande profeta de Deus e Libertador de seu povo, passara muitas horas falando com o Senhor Deus face a face como um amigo conversa com outro amigo. Savas também fora um "Moisés" para seu povo, pastoreando-os, liderando-os e organizando-os em uma comunidade de Deus. Depois da celebração pascal de 1234, Savas voltou para Jerusalém e, em seguida, viajou para Antioquia. Após visitar Constantinopla, Savas pretendia visitar a Montanha Sagrada e Hilandar, mas isso “não agradou o Espírito Santo”. Em vez disso, ele partiu para Trnovo, Bulgária, reino de Ivan Asen II.

Enquanto participava de uma cerimônia conhecida como Bênção das Águas (Agiasmo), desenvolveu uma tosse que evoluiu para pneumonia. Morreu devido a esta pneumonia na noite entre sábado e domingo, 14 de janeiro de 1235. Ele foi enterrado na Catedral dos Santos Mártires, em Trnovo, onde seu corpo permaneceu até o dia 6 de maio de 1237, quando seus sagrados ossos foram transferidos para o mosteiro de Mileseva, no sul da Sérvia. 360 anos depois, os turcos otomanos desenterraram suas relíquias e queimaram-nas na praça principal, em Belgrado.

Legado

São Savas é lembrado como o fundador da Igreja Ortodoxa Sérvia independente e é comemorado como o santo padroeiro da educação e da medicina entre os sérvios. O príncipe da Sérvia Miloš, em 13 de janeiro do calendário juliano de 1830, proclamou São Savas o santo padroeiro das escolas sérvias e das crianças em idade escolar. Em seu dia de festa, os estudantes participam de recitais na igreja.

O Templo de São Savas em Belgrado, cuja construção foi planejada para começar em 1939, mas, na verdade, começou em 1985 e concluída em 2004, é o maior templo ortodoxo ativo no mundo atualmente. Foi erigido no local onde os ossos sagrados do santo foram queimados.

Citação

Primeiro, estávamos confusos. O Oriente pensava que éramos ocidentais, enquanto o Ocidente nos considerava orientais. Alguns de nós confundiu nosso lugar em meio a este conflito, por isso uns queixaram-se que não pertencíamos a lugar nenhum, enquanto outros afirmavam que pertencíamos a um lado ou a outro lado. Mas eu afirmo-lhe, Irineu, estamos fadados pelo destino a ser o Oriente no Ocidente e o Ocidente no Oriente, a reconhecer apenas celestialmente Jerusalém além de nós, e aqui na terra – ninguém.

— São Savas a Irineu, século XIII

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